ISBN

O ISBN da Coletânea é 978-65-990022-0-5.

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Coletânea de Crítica Musical – Download

Revelando a surpresa prometida no lançamento da Coletânea, exatos seis meses atrás, disponibilizamos o livro para download agradecendo todos aqueles que nos prestigiaram e tornaram o livro um sucesso de receptividade.

CAPA – LIVRO

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Registro na Biblioteca Nacional

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A Caravana do Delírio ao violão e bandolim

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Minidocumentário sobre Crítica Musical em Pernambuco

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Da universidade para as grandes livrarias

Gabriela Bezerra

Elogios, relatos de experiências e música. Nada faltou no lançamento de Coletânea de Crítica Musical na noite de ontem. O livro, resultado da primeira disciplina de Crítica Musical oferecida na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), atraiu numeroso público, incluindo jornalistas e professores, que lotou o auditório da Livraria Saraiva do Shopping Recife.

Com 17 críticas produzidas por estudantes e organizadas por Carlos Eduardo Amaral, professor da disciplina, a coletânea foi bastante elogiada. O jornalista e escritor Homero Fonseca foi um dos que marcaram presença e aprovaram a iniciativa. Entre os autores, o clima também era de satisfação. “Fico feliz com esse resultado, porque a gente vê que um trabalho da universidade não se encerrou na própria universidade, virou livro e agora está disponível para pessoas fora do mundo acadêmico”, comentou o estudante de Jornalismo José Bruno Marinho.

Na mesa dos trabalhos, junto a Carlos Eduardo e à estudante-autora Rachel Queiroz, o crítico musical Hugo Montarroyos, do site Recife Rock, contou sua experiência na atividade. Vestindo uma camisa com estampa de Frank Zappa músico irreverente cuja famosa frase sobre Jornalismo Musical inspirou os estudantes na produção das críticas, o jornalista aproveitou o momento para as pazes publicamente com o músico Matheus Torreão – também integrante da coletânea. Há cerca de dois anos, Hugo escreveu crítica, da qual se mostrou arrependido, sobre um show da banda de Matheus, A Caravana do Delírio.

Lição para os novos críticos – O violão deu o tom da abertura e do encerramento da cerimônia, iniciada ao som de Bachianinha Nº 1, de Paulinho Nogueira, pelo estudante de Música Ivo Aurélio, também um dos autores do livro. Matheus Torreão no violão e  Vinícius Barros com um bandolim apresentaram duas canções inéditas no final do evento, Quando o Carnaval Chegar e Vou Embora para o México, que fizeram sucesso com a plateia.

Coletânea de Crítica Musical continua à venda na Livraria Saraiva, e também está disponível nas Livrarias Cultura, Imperatriz, Jaqueira e Nossa Livraria. Carlos Eduardo prometeu novidades numa provável reedição do livro. “Se a primeira tiragem esgotar, teremos uma surpresa que não vou anunciar agora”, disse. O livro foi produzido de forma independente pelos seus realizadores e custa R$ 20.

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Confira imagens do lançamento

Clique aqui e veja a imagens registradas pelos três fotógrafos que cobriram o evento: Camila Xavier, Lucas Campelo e Paulo Andrade.

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Errata

  • No Sumário:
  1. Na indicação da Crítica n° 3, o nome correto do autor do livro O culto do amador é Andrew Keen.
  2. Na indicação das Críticas n° 6 e 11, o nome correto do artista e do CD é: Adriana Calcanhotto – Partimpim Dois.
  3. A indicação da Crítica n° 12 – sobre os CDs Tua e Encanteria, de Maria Bethânia – saiu sem o nome da autora, por acidente no processo de diagramação na gráfica. O texto é de Naira Sérvio Araújo.
  4. A Crítica n° 15, escrita por Johnny Araújo, refere-se ao CD O rio e o mar, do trompetista Márcio Montarroyos. O nome do músico foi esquecido no processo de edição.
  • Na página 16, penúltimo parágrafo, existe a menção de que as quatro primeiras críticas foram avaliadas pela Continente. Convém explicar que a publicação aconteceu no site e não na edição impressa da revista. Vide aqui.
  • Na página 129, segunda e terceira linhas do parágrafo sobre a ementa, leia-se “…diferenças e semelhanças entre as práticas da música popular e erudita nacional…”.
  • Na página 133, no rol de fotos dos alunos participantes, esquecemos de trocar a foto de George Carvalho, que optou por não participar da Coletânea, pela de Ivo Aurélio. E aproveitamos para corrigir o nome de Kalline Costa.

Esta errata segue com as devidas desculpas aos alunos citados.

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Clipping 21 – Notícias do Campus (Universitária FM)

Confira o áudio da sonora do jornalista Carlos Eduardo Amaral gravado para o programa ‘Notícias do Campus’, veiculado pela Universitária FM, e fique por dentro de mais detalhes sobre a concepção do projeto da Coletânea de Crítica Musical.
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Pontos de venda da Coletânea

A Coletânea de crítica musical está à venda na Saraiva MegaStore do Shopping Center Recife, na Livraria Imperatriz (dos shoppings Tacaruna, Plaza Casa Forte, Guararapes e Recife), na Livraria Jaqueira, na Nossa Livraria (R. do Riachuelo), e na Cultura.

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Exemplares à venda no lançamento

Aviso sobre a venda da Coletânea na Saraiva MegaStore hoje, no lançamento.

Os exemplares estarão disponíveis no balcão do caixa antes, durante e depois do evento. Eles devem ser comprados lá e depois trazidos para autógrafo, em vez do contrário, como é de costume. Esse procedimento deve-se à política de segurança da empresa.

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Clipping 20 – Jornal do Commercio (06/10/2010)

» ACADEMIA
A arte de desmentir a praga de Frank Zappa
Schneider Carpeggiani
carpeggiani@gmail.com
Se você tem menos de 25 anos, não vai lembrar. Houve um tempo em que o crítico de música tinha um papel quase “esotérico”: ele precisava adiantar os pormenores de um álbum que o seu leitor passaria semanas, ou meses, até escutar. Conhecer determinado artista Antes era sinal de status. Sem querer menosprezar os colegas, mas descrever uma imagem ou um filme é até moleza. Uma cena é mais palpável (a princípio) que um som. Além disso, um boa crítica oferece contexto, teorias (conspiratórias, de preferência), provoca e faz ligações entre determinada música e o momento presente. Afinal, muitas discos são relevantes apenas porque conseguem capturar o zeitgeist do Agora.
É curioso como, em tempos quando o acesso a qualquer disco é feito num clique, as discussões sobre música andam tão pouco apaixonadas. Fã de uma banda costumava ostentar o mesmo ardor de um membro da torcida jovem (ou até pior). Hoje, esse fervor parece ter contaminado o cinema e a moda, e gostar ou não de um artista virou pura questão de download. Por isso é estimulante um projeto como Coletânea crítica musical, livro que reúne artigos de alunos de jornalismo da UFPE, organizado pelo jornalista Carlos Eduardo Amaral. O lançamento acontece hoje, às 19h, no auditório da Saraiva, do Shopping Recife.
Os textos reunidos na coletânea foram resultado da primeira cadeira de Crítica Musical oferecida no curso da UFPE. Segundo Amaral, os alunos foram provocados por aquela famosa máxima de Frank Zappa: “Jornalismo musical é gente que não sabe escrever entrevistando gente que não sabe falar pra gente que não gosta de ler”. Pura maldade, certo? Claro que sim, mas é do tipo de provocação que rende frutos. “Particularmente, espero que essa turma, no futuro, desminta Frank Zappa – senão serei obrigado a concordar com ele”, provoca Amaral.
Um bom sinal de que essa turma promete desmentir a profecia pouco humorada de Zappa é a gama de artistas retratados. Há textos dissecando os canônicos Ney Matogrosso e Maria Bethânia, a emergente Isaar, passando pelos animadinhos do Franz Ferdinand e pelo tristinho do Antony & the Johnsons. Essa diversidade de identidades mostra que o professor teve à sua frente uma sala mais atenta ao prazer do ouvinte (requisito para um bom fã de música) do que a modismos ou retrancas regionais.
É estimulante ainda perceber como os alunos estão preocupados não apenas com uma abordagem meramente técnica da obra e aceitam o risco de expressar sensações subjetivas. É o caso da crítica que Rachel Queiroz fez do álbum Tonight, do Franz Ferdinand. Acompanhe o seguinte trecho: “Então a noite segue e a perseguição e obsessão começam. Na dançante Turn it on, dá para sentir carência na voz de Kapranos (o vocalista da banda), além de uma certa cafajestagem”. O que garante que o cantor imprimiu sentimentos tão contrários à sua interpretação? Nada, é claro. Mas essa é uma impressão que só um ouvinte apaixonado é capaz de apreender – e ser assim é requisito básico para desmentir Zappa.
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Clipping 19 – Diário de Pernambuco (06/10/2010)

Lançamento // Exercícios de crítica musical

Bastante em voga nos debates culturais do Recife, a crítica ganha novo destaque com a publicação do livro Coletânea de crítica musical, que tem lançamento às 19h de hoje na Livraria Saraiva do Shopping Recife. O volume reúne textos produzidos pelos alunos de Comunicação da UFPE como trabalho final da disciplina Crítica Musical, ministrada pelo jornalista Carlos Eduardo Amaral.
“A qualidade das críticas estava tão boa que prometi aos alunos uma surpresa”, disse Amaral. Após apresentar a ideia do livro, ele dividiu os custos com a turma e o resultado está impresso numa tiragem de 300 exemplares na intenção de tirar essa produção do ambiente acadêmico. “A gente podia ter feito um blog, mas em livro a divulgação é mais eficiente e os alunos podem colocar seus artigos no Currículo Lattes”, explicou.
Como os universitários tiveram liberdade de escolha seus temas, a edição ficou marcada pela pluralidade. “Podia ser uma crítica sobre CD, DVD, um livro sobre música”, explicou o professor. Assim, a edição contempla desde obras do universo pop (Franz Ferdinand, Arcade Fire) à MPB (Adriana Calcanhoto, Ney Matogrosso), de exemplos da produção local (Otto, Isaar, Alessandra Leão) a reflexões sobre a cultura digital (o livro Culto do amador e o álbum ThruYOU, veiculado no YouTube).
Na programação de lançamento haverá apresentações musicais do violonista Ivo Aurélio e do guitarrista Matheus Torreão e a exibição do documentário Que riff é esse?. Além disso, Amaral fala sobre o desenvolvimento do projeto e o jornalista Hugo Montarroyos do site Recife Rock conta sua experiência como crítico.

Bastante em voga nos debates culturais do Recife, a crítica ganha novo destaque com a publicação do livro Coletânea de crítica musical, que tem lançamento às 19h de hoje na Livraria Saraiva do Shopping Recife. O volume reúne textos produzidos pelos alunos de Comunicação da UFPE como trabalho final da disciplina Crítica Musical, ministrada pelo jornalista Carlos Eduardo Amaral.
“A qualidade das críticas estava tão boa que prometi aos alunos uma surpresa”, disse Amaral. Após apresentar a ideia do livro, ele dividiu os custos com a turma e o resultado está impresso numa tiragem de 300 exemplares na intenção de tirar essa produção do ambiente acadêmico. “A gente podia ter feito um blog, mas em livro a divulgação é mais eficiente e os alunos podem colocar seus artigos no Currículo Lattes”, explicou.
Como os universitários tiveram liberdade de escolha seus temas, a edição ficou marcada pela pluralidade. “Podia ser uma crítica sobre CD, DVD, um livro sobre música”, explicou o professor. Assim, a edição contempla desde obras do universo pop (Franz Ferdinand, Arcade Fire) à MPB (Adriana Calcanhoto, Ney Matogrosso), de exemplos da produção local (Otto, Isaar, Alessandra Leão) a reflexões sobre a cultura digital (o livro Culto do amador e o álbum ThruYOU, veiculado no YouTube).
Na programação de lançamento haverá apresentações musicais do violonista Ivo Aurélio e do guitarrista Matheus Torreão e a exibição do documentário Que riff é esse?. Além disso, Amaral fala sobre o desenvolvimento do projeto e o jornalista Hugo Montarroyos do site Recife Rock conta sua experiência como crítico.

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Prelúdio para o lançamento

[Mensagem interna dirigida aos demais integrantes da Coletânea de Crítica Musical]

Caros,

Hoje, graças a Deus, finalmente concretizamos nosso plano de trazer ao público a Coletânea de Crítica Musical e esperamos que o lançamento seja um sucesso. Nunca vi um trabalho de assessoria de imprensa e de distribuição de livros tão bom quanto esse que fizemos, tratando-se de uma publicação independente, algo que não está passando despercebido e tem sido muito bem elogiado.

Quero deixar de início os agradecimentos a todos os envolvidos nesse projeto, especialmente a Davi, com quem troquei figurinhas todos os dias do mês passado pra cá e se mostrou sempre uma pessoa exemplar, não medindo gastos, disposição, ideias e capacidade de iniciativa – não necessariamente nessa ordem.

Sem ele, nossa divulgação não teria sido tão agressiva e abrangente e não teríamos percorrido toda a cidade ontem (e ainda hoje) para colocar nossa coletânea à disposição em todas as livrarias principais de Olinda a Jaboatão.

Obrigado também a Aline, por ter se prontificado a fazer a revisão (mesmo que tenham havido erros que passaram batidos até na prova da gráfica, sob minha responsabilidade e de Davi); Gabriela, pelo release; Gabriela de novo, Davi de novo e Lucas Simões, pelo minidocumentário a ser apresentado hoje. Creio que há outros obrigados especiais dos quais irei me lembrar com o tempo.

No mais, Parabéns a todos nós. De minha parte, será uma grande lembrança – de um grande projeto que pude coordenar em minha trajetória. Espero que para vocês seja uma grande oportunidade para abrir portas e lhes fazer refletir sobre a profissão que vocês escolheram seguir.

Abraço a todos,

Carlos Eduardo Amaral

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Clipping 18 – RecifeRock

Alunos de jornalismo da UFPE lançam coletânea de Crítica Musical
Por Hugo Montarroyos
Estudantes de jornalismo da Universidade Federal de Pernambuco lançam amanhã, a partir das 19h, na Livraria Saraiva do Shopping Recife, uma coletânea de textos de Críticas Musicais. A obra foi organizada e idealizada pelo professor e crítico musical Carlos Eduardo Aamaral, que reuniu em livro 17 textos de alunos sobre crítica de arte.
Fui convidado para ser um dos palestrantes. Cheguem lá para trocar uma ideia e estimular o debate.
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Clipping 17 – Portal Fera! (05/10/2010)

Coletânea de Crítica Musical

O jornalismo é uma área bastante abrangente. Vai desde breves relatos de fatos recém ocorridos a grandes análises do contexto presente, sem esquecer o passado, é claro. Traz assuntos trágicos, catastróficos e policiais, mas também é campo das artes – o jornalismo cultural, a crítica. Esta última, atrai jovens pela maior liberdade de linguagem e pela manifestação do “eu”.

Enriquecendo a crítica musical, estudantes de Jornalismo, Rádio/TV e Música da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) lançam nesta quarta (06) às 19h, na Livraria Saraiva do Shopping Center Recife, a Coletânea de Crítica Musical.

O livro traz críticas de CDs, DVDs e livros relacionados à música lançados em 2009 e é resultado de disciplina ministrada pelo mestrando em Comunicação Carlos Eduardo Amaral, organizador da obra.

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Twitter 5 – mais jornalistas apostam na Coletânea

Agora foi a vez dos jornalistas Bruno Nogueira (crítico de música), Luciana Torreão (Revista Pronews) e Jamille Coelho (FolhaPe) propagarem pelo twitter o lançamento da Coletânea.

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Clipping 16 – Folha de Pernambuco (05/10/2010)

Livro reúne críticas feitas por estudantes
HUGO VIANA
O jornalismo normalmente é associado a um registro objetivo da realidade, em que o repórter funciona mais ou menos como ponte entre notícia e leitor. Dentro de suas variáveis, no entanto, há um tipo de escrita subjetiva, fundamentada na percepção pessoal do jornalista: a crítica cultural. É um gênero de texto baseado na emissão de julgamentos sobre objetos artísticos, a partir do repertório particular de quem escreve. A crítica é cada vez mais valorizada nas universidades, e amanhã será lançado um livro que ilustra a participação maior da análise crítica nos estudos culturais: a obra “Coletânea de crítica musical”, com textos de alunos de jornalismo da Universidade Federeal de Pernambuco.
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Clipping 15 – Agenda Recife

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Clipping 14 – Ascom do IFPE

A Assessoria de Comunicação do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFPE) de Pernambuco, campus Vitória do Santo Antão, destacou nesta segunda (4) matéria sobre o lançamento da Coletânea, destacando a aluna participante do livro, Eutalita Bezerra, autora da crítica ao cd “Beijo Bandido”, de Ney Matogrosso. Confira o texto completo.

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